Entretenimento corporativo utilizando futebol de robôs

Motivação é um dos temas que mais chamam a atenção quando se trata de gestão de pessoas dentro de uma empresa que trabalha com o perfil criativo. Qualquer líder que se preze está sempre em busca de soluções para tornar as equipes mais motivadas e engajadas, pois sabem que dessa forma, tirarão o que há de melhor em produtividade, foco e comprometimento de seus colaboradores. Ter consciência disso é um grande passo, mas como motivar de forma correta?

Antigamente, uma forma de motivação muito utilizada pelas empresas era o retorno financeiro. No entanto, pesquisa recente divulgada pela Catho Online aponta que os fatores que mais mantem os profissionais motivados no trabalho, estão ligados ao bom relacionamento com as pessoas no trabalho, reconhecimento profissional, e ter a possibilidade de trabalhar com o que se gosta. Salário e acúmulo de capital, não aparecem nem entre os cinco principais fatores de motivação.

Não adianta investir em RH, cargos e salários sem se envolver com o que mais importa: pessoas. O que as pessoas querem é motivação, vontade de acordar e fazer o trajeto para o trabalho com alegria e animação. Para Eduardo Kruger, sócio da Informat, é isso que motiva as pessoas. “Eu acredito que, antes de contratar uma consultoria de RH, todo gestor pode se atentar a alguns pontos, que geralmente custam muito pouco e podem gerar ótimos resultados, relacionados à motivação de pessoas em uma empresa”, afirma o gestor.

Para que os empreendedores consigam motivar seus colaboradores de forma eficaz e inteligente, Kruger separou pontos importantes que merecem atenção. Entre eles, está a questão do investimento na qualidade de vida dos colaboradores. Em um mercado que busca por pessoas criativas, que fazem diferença no lugar onde estão. Por isso, se você quer equipes motivadas, envolvidas com seu trabalho, criativas, que opinam, sugerem, criticam, e apontam melhorias, crie um ambiente de trabalho onde as pessoas gostem de estar e passar a maior parte do dia.

Neste caso, investir em áreas de lazer e convívio comum, com sofás confortáveis, mesa de bilhar, e puffs em salas de reunião; pode tornar o ambiente mais descontraído e favorável para que os colaboradores expressem suas opiniões, e contribuam com ideias inovadoras.

Diante desse fato, porque não pensar fora da caixa e ao invés de colocar uma mesa de bilhar ou pebolim tradicional, a empresa, ela mesma não sair da sua zona de conforto e investir em algo inovador para seus colaboradores como adquirir um equipamento de futebol de robôs, por exemplo.

Por se tratar de algo inédito e fora do “algo comum” pode realmente estimular todas as características das pessoas criativas. Estimulando as mesmas a interagirem e criar uma ação positiva de envolvimento e imersão. Isto é base do conceito de edutainment, que é imersão, interação e envolvimento.

O edutainment foi uma metodologia criada a partir da junção das palavras education (educação) + entertainment (entretenimento), que usa elementos divertidos, como games, filmes, seriados de TV, aparelhos móveis e até robôs inteligentes, desenhados para se tornarem educativos. “Muitas pessoas associam o edutainment a uma ferramenta tecnológica, quando na verdade o que deve estar por trás de qualquer robô ou jogo carismático é a metodologia que ele desenvolve, que precisa ajudar o professor a melhorar a curva de aprendizado de seus alunos”, afirma Ph.D. Antonio Valerio Netto, cofundador e diretor de educação e tecnologia da XBot, uma das primeiras empresas brasileiras criadas para fabricação e comercialização de robôs móveis inteligentes para a área de edutainment.

 

 

Uso do RoboGol em lojas para atrair clientes

O RoboGol pode ser utilizado de várias formas. Uma que mais se destaque é uma ideia simples para lojas de roupas esportivas, acessórios de time de futebol, etc. Enfim comércio que tem a temática voltada para o universo do futebol.

1.) Colocar um equipamento de futebol de robô dentro da loja. Você pode distribuir um cartão na portaria do estacionamento de um shopping dando direito a pessoa a jogar uma partida de 3 minutos ou 4 minutos de futebol de robô. A princípio as pessoas iriam até a loja para jogar. Se forem em dois é o ideal (mãe, filho, pai, amigo, etc), se for uma pessoa, seu atendente pode jogar com esta pessoa ou falar para ela convidar alguém que esta passando pela loja para jogar. A expectativa é que tenha uma maior rotatividade de público visitando a loja. E ver o quanto desses acabam comprando algum item.

2.) No caso, por exemplo, de um cliente comprar um ticket acima de determinado valor, por exemplo, de R$50,00. Você pode oferecer um cartão que dá direito ao jogo para que o cliente volte outro dia ou de para um colega vir jogar. Em ambos os casos, você tem um retorno de uma pessoa ou duas para entrar na loja. Se a pessoa quiser jogar na hora, não precisa nem dar o cartão. Mas a sugestão seria fazê-lo voltar novamente na loja mais tarde ou outro dia, etc.

É possível fazer um teste de validação por um período de 60 dias. É possível alugar o equipamento por um valor mensal. Além dos custos de transporte da empresa em São Carlos até o local da loja. O valor cobrado varia conforme a distância. Deve-se verificar se houve o aumento do número de pessoas a frequentar a loja (visibilidade) e se aumentou o número de itens vendidos (faturamento). Além disso, a confecção dos cartões que dão direito a uma partida poderia ser produzida em uma gráfica. Deve ser o mesmo valor do custo de confeccionar um cartão de visitas comum. Você pode começar imprimir em torno de 1000 cartões. O que poderia dar por volta de duas mil pessoas nos 60 dias da promoção.

Está ai uma sugestão de utilização. Aproveite e veja se cabe em seu negócio!!!!

Qual é o negócio?

O RoboGol é o primeiro produto do mundo a trazer a robótica para o universo dos games. À primeira vista, ele poderia ser apenas mais um jogo de futebol, se não fosse um importante detalhe: cada jogador é responsável por controlar um robô de verdade! Para que isso fosse possível, foram desenvolvidos robôs-jogadores especificamente para essa finalidade, resultando em um produto que consagra a paixão nacional pelo futebol. Parece coisa do Japão, mas é um caso de inovação tecnológica 100% brasileiro.

O grande mérito do RoboGol é sua universalidade. Ele não foi feito para os PhDs em robótica, nem para os experts em tecnologia, e deste modo consegue atrair a atenção de todos, sejam pesquisadores, iniciados ou leigos – até as crianças podem jogar, ignorando completamente a tecnologia que têm nas mãos. O jogo é muito simples: cada pessoa controla um robô em campo por meio de joysticks com tecnologia wireless, em partidas de até quatro jogadores. Vence o time que fizer mais gols (óbvio).

Em matéria de entretenimento, o RoboGol é uma boa pedida para quem gosta de competitividade, especialmente pelo potencial em se tornar um cyber-esporte. Outro ponto forte é conseguir promover uma atividade social, tirando os gamers da frente da TV. Realmente a idéia é boa, mas fica a pergunta: quem hoje em dia pode pagar para ter o RoboGol? Resposta: poucos, pois ele está longe de ter o preço acessível de um vídeo-game ou de uma mesa de pebolim. E aí surge uma evidente contradição, já que muitos querem jogar e poucos podem comprar. Para resolver essa questão, uma saída óbvia seria a comercialização para parques de entretenimento e jogos eletrônicos, no tradicional modelo “pague e jogue”. Mas se seguíssemos por esse caminho, teríamos o RoboGol transformado num joguinho comum, mais um entre tantos outros que vemos nas casas de jogos, e esqueceríamos de seu diferencial, que é a exclusividade – no mundo.

Primeiramente, é preciso lembrar que o RoboGol é um sistema robótico. Se você mora no Brasil, não deve estar acostumado a encontrar robôs por aí, e provavelmente terá curiosidade em assistir a uma partida de futebol de robôs que está acontecendo bem na sua frente. Pode ser que você não queira jogar, por achar que é uma coisa boba ou que está muito velho pra isso. Mas isso não importa. Mesmo que seja uma única vez, de relance, a visão de robôs correndo atrás de uma bola não sairá da sua cabeça, e nada que você faça removerá essa lembrança. O mais interessante é que para quem está jogando não importa se o joystick está conectado ao computador ou a um campo com robôs, pois o objetivo é um só: marcar gols.

Entendendo isso, a pergunta “quem pode ter o RoboGol?” se torna agora o maior atrativo do produto, uma vez que a resposta é simples e direta: poucos. Assim, seria ingênuo pensar que o RoboGol só será usado por quem o joga. O que isso quer dizer? Que não existe apenas uma forma de “usar” o RoboGol. Por exemplo: uma empresa quer oferecer a seus clientes algo novo e diferente, para se destacar em meio à concorrência, e decide associar sua marca ao RoboGol. Deste modo, as pessoas poderão jogar o RoboGol sem custo nenhum, e ainda existe retorno na forma de marketing para a empresa. Ou então: “um presente especial para pessoas especiais”. Quem não gostaria de ter o RoboGol em sua sala de jogos? Enfim, são muitas as possibilidades quando se trata de um produto sem igual no mercado.

O RoboGol é a imagem perfeita daquilo que queremos transmitir para o mundo. O melhor futebol do planeta, misturado com a criatividade que só existe aqui. É um produto que deixa claro o desenvolvimento alcançado pelo Brasil, e mostra que estamos preparados para o futuro. E que venha 2014!

Tecnologias robóticas ajudam a indústria de games eletrônicos a inovar

A indústria mundial de games eletrônicos tem buscado se aperfeiçoar cadê vez mais para conquistar e manter sua legião de usuários. São gráficos 3D avançados, sistemas de interação homem-computador mais sofisticados onde o antigo joystick está sendo substituído por outros dispositivos que permitem maior interação, além dos jogos em rede onde um usuário pode competir com outros espalhados por todo o mundo. No Brasil, este mercado arrebanha multidões de jovens usuários entre oito e 16 anos e movimenta milhões de dólares, apesar da grande pirataria existente no país. São games dos mais diversos temas e utilizando plataformas tecnológicas diferentes que vão desde consoles até celulares, passando por árcades presentes em casas de jogos eletrônicos, além dos games para web presentes na Internet.

Neste universo onde se destacar é um desafio, e os usuários são ávidos por cada vez mais novidades, na última década, uma tecnologia começou a ser utilizada por empresas inovadoras desse segmento de entretenimento eletrônico com o objetivo de criar novos desejos juntos aos jogadores. Trata-se de games baseados em sistemas robóticos que permitem o usuário sair do meio digital e voltar para o ambiente real, ou melhor, manter um pé no digital e outro no real. Os robôs móveis jogam futebol, hockey, lutam sumô, participam de corridas e resgates, tudo controlado por joysticks sem fio.

Seguindo esta tendência mundial, uma pequena empresa de robótica de São Carlos (SP) chamada XBot desenvolveu o RoboGol. O RoboGol é o primeiro produto no mundo a utilizar o conceito de game cibernético. Consiste em um sistema criado para a realização de partidas de futebol de robôs, onde cada robô é controlado individualmente por um humano. As partidas podem ser jogadas por até quatro jogadores (dois times), os quais comandam os robôs em ações de movimentação para frente e para trás, chute e rotação no próprio eixo, por meio de joysticks com tecnologia sem fio. Os robôs são ágeis e robustos, possibilitando movimentos rápidos e respostas precisas aos comandos dos jogadores. A mesa do RoboGol não só delimita o espaço físico do campo de futebol, como também fornece alimentação elétrica contínua para os robôs, garantindo autonomia de 24 horas por dia. Ela é composta por placas metálicas condutoras, posicionadas de forma a estarem sempre em contato com os pólos positivo e negativo na parte inferior dos robôs, para que nunca haja interrupções por “falta de bateria”. Além disso, estão presentes dois displays eletrônicos, que funcionam como placar e mostram também a duração da partida. O jogo é realizado com uma bola de golfe, e no seu decorrer são reproduzidos efeitos sonoros devidos a gol, início e fim de jogo.

Pelas estimativas da empresa, mais de cinco mil pessoas já jogaram o RoboGol no ano de 2010. A proposta é que para o ano de 2011, a meta é atingir 25mil pessoas, isto é cinco vezes mais.

A XBot é a primeira empresa brasileira focada na fabricação e comercialização de robôs móveis para o mercado de educação e entretenimento. Este ano a estimativa da empresa é de fechar com um faturamento de meio milhão de reais em vendas.

Robôs jogadores de futebol fabricados no Brasil estão conquistando o mercado nacional

A primeira empresa a produzir robôs móveis no Brasil prepara-se para atender o mercado de entretenimento nacional. A XBot de São Carlos (a 230 km de São Paulo, capital) deve produzir só neste ano de 2013, 25 unidades do seu RoboGol e para 2014 mais 40 unidades.

RoboGol é o primeiro produto em nível mundial a utilizar o conceito de game cibernético: robôs móveis que até um leigo pode controlar, desenvolvidos para o entretenimento. Consiste em um sistema criado para a realização de partidas de futebol de robôs, onde cada robô é controlado individualmente por um humano. As partidas podem ser jogadas por dois ou quatro jogadores dependendo do modelo, os quais comandam os robôs em ações de movimentação para frente e para trás, chute e rotação no próprio eixo, por meio de joysticks com tecnologia wireless. Os robôs são ágeis e robustos, possibilitando movimentos rápidos e respostas precisas aos comandos dos jogadores. A mesa do RoboGol não só delimita o espaço físico do campo de futebol, como também fornece alimentação elétrica contínua para os robôs, garantindo autonomia de 24 horas por dia. Ela é composta por placas metálicas condutoras, posicionadas de forma a estarem sempre em contato com os polos positivo e negativo na parte inferior dos robôs, para que nunca haja interrupções por “falta de bateria”. Além disso, estão presentes dois displays eletrônicos, que funcionam como placar e mostram também a duração da partida. O jogo é realizado com uma bola de golfe, e no seu decorrer são reproduzidos efeitos sonoros devidos a gol, início e fim de jogo.

Para Vladimir Garcia, sócio proprietário do grupo P&R Parques de Diversões, responsável pela rede de lojas Play Games, o RoboGol cumpre com as expectativas de público necessário para viabilizar economicamente sua aquisição. Foi realizado um teste de utilização do produto entre os dias 04 de julho a 29 de julho desse ano na loja da Play Games do Buriti Shopping da cidade de Mogi Guaçu (SP). O valor da ficha cobrado foi de R$4,20 por um período de jogo de quatro minutos. Foram realizadas 1527 partidas. Sendo 670 partidas com o valor normal (R$4,20); 470 partidas com o valor VIP (média de R$2,79) e 432 partidas com o valor Bônus, isto é, é cobrado um valor de ingresso para entrar na loja e jogar todos os brinquedos por um determinado tempo. No total, a receita financeira foi de R$3.378,45.

Para o diretor de tecnologia da XBot, Dr. Antonio Valerio Netto, “o grande mérito do RoboGol é sua universalidade. Ele não foi feito para os PhDs em robótica, nem para os experts em tecnologia, e deste modo consegue atrair a atenção de todas as faixas de idade e interesses. O jogo é muito simples: cada pessoa controla um robô em campo por meio de joysticks durante uma partida e vence a pessoa que fizer mais gols.”

O diretor comercial, Plinio João comenta que em matéria de entretenimento, o RoboGol é uma boa pedida para quem gosta de competitividade, especialmente pelo potencial em se tornar um cyber-esporte. Outro ponto forte é conseguir promover uma atividade social, tirando os gamers da frente da TV e unindo gerações para jogar uma partida de jogo que sem dúvida é a versão do século XXI para o nosso pebolim tradicional.